O Governo do Estado deu início a uma série de diálogos visando solucionar as paralisações de diversas categorias da administração. Médicos, professores e policiais civis discutiram saídas para as reivindicações com autoridades do Executivo e enxergaram como uma evolução o contato entre as partes. Apesar disso, nenhuma dessas três categorias voltaram atrás nas greves já deliberadas ou programadas.
Todas as classes citadas atribuem à ausência de propostas concretas o fato de permanecer com a paralisação das atividades. O secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes, aguarda a análise do limite prudencial, que ocorrerá na próxima segunda-feira em edição extra do Diário Oficial, para avançar nas questões dos reajustes salariais.
Fonte: Tribuna do Norte

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