Foi num tom confiante que as polícias Federal e Civil falaram sobre o andamento das investigações envolvendo a morte do empresário e advogado Anderson Miguel, assassinado na última quarta-feira, em seu escritório, no bairro Lagoa Nova. Representantes das duas instituições concederam entrevista coletiva na tarde de ontem, na sede da Polícia Federal, e anunciaram que estão trabalhando juntas na apuração do crime. Segundo o superintendente da Polícia Federal do RN, Marcelo Mosele, ainda é cedo para falar de uma possível ligação entre o caso e o processo oriundo da Operação Hígia, no qual Anderson era réu. A Operação apura suposto esquema de desvio de verba pública e fraude em licitações nos contratos de higienização hospitalar e locação de mão-de-obra, na gestão da ex-governadora Wilma de Faria.
Fonte: Diário de Natal

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